- O que você prefere?
- Tanto faz.
- Tanto faz é gay. Você quer um filho gay?
- Gay homem? Não.
- Ué. Por quê? Gay mulher, tudo bem?
- Mulher não é gay.
- Como assim?
- Mulher faz estilo. Gosta de ser diferente e tal. E pode mudar de idéia. É só aparecer um cara que pegue ela de jeito. Pode ver. Existe ex-gay mulher. Ex-gay homem é muito ruim, hein...
- Tô puta. Você está dizendo que a minha filha não tem capacidade de ser gay legítima.
- Pra ser gay tem que dar o cu. É preciso ser muito macho para dar o cu.
- Mulher dá o cu sem ser gay!
- Otária.
- Você vive reclamando que eu não dou o cu e agora está dizendo que quem dá é otária.
- Tô dizendo que dar o cu deve doer pra caralho pra quem dá. Eu não daria. Mas tenho um certo respeito por quem dá. Eu teria respeito por você.
- E pelo seu filho gay também, então.
- Aí não.
- E se ela for menina, não gay e gostar de dar o cu, diferente da mãe?
- Também não.
- Você teria respeito por mim, mas não por ela? Estou achando suas idéias um pouco confusas. Vou reformular a pergunta: Você prefere um menino que come cu de menina, um menino que come cu de menino, uma menina que dê o cu pra menino ou uma menina que não dê o cu pra ninguém?
quinta-feira, 21 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Twitter, carros e harpas
Nada da idéia mirabolante aparecer... aquela que vai me fazer voltar a escrever com frequência.
Mas tenho me sentido meio oprimida com essas novidades virtuais que não param de pipocar. Relutei, relutei, mas enfim fui investigar melhor de que se tratava esse tal de Twitter. Tava pensando outro dia em como é fácil saber como se sentem nossos avós que não sabem navegar na internet e não sacam nada de informática. Sempre que surge alguma novidade dessas, eu passo um tempo considerável me sentindo assim. É uma espécie de preguiça imensa que retarda bastante o inevitável: o dia em que você vai sentar e pesquisar ou prestar atenção na explicação de alguém sobre a mais nova modernidade da atualidade. Bom, minha vó provavelmente vai morrer sem ficar desenvolta ciberneticamente, mas meu dia para entender o Twitter chegou. Foi sábado. Numa mesa de bar, olha só! Ouvi atentamente de um amigo que resumiu muito bem a nova ferramenta como um miniblog um pouco mais interativo. Hoje entrei lá, me cadastrei e tal e estou me familiarizando. Depois conto minhas descobertas e impressões.
Mas quero deixar aqui uma reflexão meio bobinha que me ocorreu ontem quando eu estava voltando de carro para casa. Parei ali num sinal na Arnaldo Quintela, em Botafogo, e olhando pra esquerda dei de cara com uma concessionária de carros coreanos, acho. Aí, fiquei lendo aquelas chamadinhas da vitrine anunciando os carros. Li a primeira, li a segunda, li a terceira... cheguei até a sexta sem nunca ter ouvido falar no nome de nenhum dos carros! Aí, me veio à cabeça o seguinte: não se brinca mais de adedanha como antigamente. Se a pessoa for antenada no quesito, não fica sem carro de jeito nenhum! Seja qual for a letra. É incrível a quantidade de novos modelos que circulam por aí.
Uma confissão para terminar. Não é nada demais. Aliás, nem devia ter chamado de confissão. Bom, tava no metrô da Carioca outro dia e, ao olhar pro lado, vi que havia um grupo tocando harpa. Não sei exatamente porquê, mas sempre achei harpa um instrumento interessante. Mais que isso. Tem uma aura meio mágica, me remete mesmo a contos de fada, fantasia. E acho bonito. Nem sei se muito o som, até porque minha paciência de costume só me deixou ficar lá sentada ouvindo uns dez minutos no máximo, mas o objeto em si. A harpa. Gosto do deseign, da forma, das cordas. Poderia suportar ficar um tempo maior - eu acho - olhando uma harpa em silêncio, por mais contraditório que seja. Bom, tá aí. Essa é a confissão: gosto de harpas mudas.
Fora isso, dica do momento: não percam "So You Think You Can Dance". No People & Arts, às 21h, todas as segundas. Os jurados são mals. Não perdoam. E os participantes não têm nenhum orgulho ou amor próprio. É de morre de rir. Humor negro in natura, o meu preferido.
bye.
Mas tenho me sentido meio oprimida com essas novidades virtuais que não param de pipocar. Relutei, relutei, mas enfim fui investigar melhor de que se tratava esse tal de Twitter. Tava pensando outro dia em como é fácil saber como se sentem nossos avós que não sabem navegar na internet e não sacam nada de informática. Sempre que surge alguma novidade dessas, eu passo um tempo considerável me sentindo assim. É uma espécie de preguiça imensa que retarda bastante o inevitável: o dia em que você vai sentar e pesquisar ou prestar atenção na explicação de alguém sobre a mais nova modernidade da atualidade. Bom, minha vó provavelmente vai morrer sem ficar desenvolta ciberneticamente, mas meu dia para entender o Twitter chegou. Foi sábado. Numa mesa de bar, olha só! Ouvi atentamente de um amigo que resumiu muito bem a nova ferramenta como um miniblog um pouco mais interativo. Hoje entrei lá, me cadastrei e tal e estou me familiarizando. Depois conto minhas descobertas e impressões.
Mas quero deixar aqui uma reflexão meio bobinha que me ocorreu ontem quando eu estava voltando de carro para casa. Parei ali num sinal na Arnaldo Quintela, em Botafogo, e olhando pra esquerda dei de cara com uma concessionária de carros coreanos, acho. Aí, fiquei lendo aquelas chamadinhas da vitrine anunciando os carros. Li a primeira, li a segunda, li a terceira... cheguei até a sexta sem nunca ter ouvido falar no nome de nenhum dos carros! Aí, me veio à cabeça o seguinte: não se brinca mais de adedanha como antigamente. Se a pessoa for antenada no quesito, não fica sem carro de jeito nenhum! Seja qual for a letra. É incrível a quantidade de novos modelos que circulam por aí.
Uma confissão para terminar. Não é nada demais. Aliás, nem devia ter chamado de confissão. Bom, tava no metrô da Carioca outro dia e, ao olhar pro lado, vi que havia um grupo tocando harpa. Não sei exatamente porquê, mas sempre achei harpa um instrumento interessante. Mais que isso. Tem uma aura meio mágica, me remete mesmo a contos de fada, fantasia. E acho bonito. Nem sei se muito o som, até porque minha paciência de costume só me deixou ficar lá sentada ouvindo uns dez minutos no máximo, mas o objeto em si. A harpa. Gosto do deseign, da forma, das cordas. Poderia suportar ficar um tempo maior - eu acho - olhando uma harpa em silêncio, por mais contraditório que seja. Bom, tá aí. Essa é a confissão: gosto de harpas mudas.
Fora isso, dica do momento: não percam "So You Think You Can Dance". No People & Arts, às 21h, todas as segundas. Os jurados são mals. Não perdoam. E os participantes não têm nenhum orgulho ou amor próprio. É de morre de rir. Humor negro in natura, o meu preferido.
bye.
sábado, 4 de abril de 2009
Então, pessoas, não há um motivo para eu ter me desligado daqui. Sabe quando a coisa vai indo, indo, indo... Aí, me acostumei a não escrever.
Na verdade, isso serviu para me conhecer um pouco mais. Consegui estabalecer um padrão para a minha pessoa. Eu não funciono na liberdade. Uau! Declaração profunda, não? Mas é a mais pura verdade. Não nasci para ser livre.
Uma vez já escrevi aqui sobre como eu entrava em pânico quando a redação do colégio era tema livre. Eu gastava o tempo quase todo do negócio justamente para conseguir escolher o tema.
É mais ou menos assim que eu funciono na vida. Preciso de uma direção, de um tema, de uma bendita regra para sair do lugar. No caso aqui do blog, era a regra do escrever todo dia. Cansativo, às vezes saiam umas coisas fracas e tal, mas só assim era possível cavar as coisas boas.
Quando eu decidi me dar férias e vir aqui só quando realmente interessasse, eu sempre, ou quase sempre, achava que o que eu tinha para dizer não interessava.
E assim fui deixando de me achar linguisticamente interessante.
Só que fiquei imensamente feliz de ver que tinha gente que vinha aqui, ainda na esperança de achar alguma coisa. Fiquei lisonjeada. E aí, estou tentando criar um novo padrão para voltar a funcionar. Prometo que em breve, lanço uma nova idéia no estilo '366' para voltar 'ao papel'.
Por hora, está tudo bem. Sem muitos pensamentos divertidos para compartilhar pois a falta de tempo ainda tem sido um problema. Mas me aguardem! Prometo voltar em grande estilo.
beijos a todos.
Na verdade, isso serviu para me conhecer um pouco mais. Consegui estabalecer um padrão para a minha pessoa. Eu não funciono na liberdade. Uau! Declaração profunda, não? Mas é a mais pura verdade. Não nasci para ser livre.
Uma vez já escrevi aqui sobre como eu entrava em pânico quando a redação do colégio era tema livre. Eu gastava o tempo quase todo do negócio justamente para conseguir escolher o tema.
É mais ou menos assim que eu funciono na vida. Preciso de uma direção, de um tema, de uma bendita regra para sair do lugar. No caso aqui do blog, era a regra do escrever todo dia. Cansativo, às vezes saiam umas coisas fracas e tal, mas só assim era possível cavar as coisas boas.
Quando eu decidi me dar férias e vir aqui só quando realmente interessasse, eu sempre, ou quase sempre, achava que o que eu tinha para dizer não interessava.
E assim fui deixando de me achar linguisticamente interessante.
Só que fiquei imensamente feliz de ver que tinha gente que vinha aqui, ainda na esperança de achar alguma coisa. Fiquei lisonjeada. E aí, estou tentando criar um novo padrão para voltar a funcionar. Prometo que em breve, lanço uma nova idéia no estilo '366' para voltar 'ao papel'.
Por hora, está tudo bem. Sem muitos pensamentos divertidos para compartilhar pois a falta de tempo ainda tem sido um problema. Mas me aguardem! Prometo voltar em grande estilo.
beijos a todos.
sábado, 14 de março de 2009
Só um Comentário
Para as meninas:
Alguém entende por que o pote de sorvete light da Kibon tem morango? E mais ainda por que a parte do morango é a maior?! Fala sério, todo mundo já passou pela situação de pegar o pote lá no congelador de casa, abrir e tcharam! Só sobrou o morangão...
Alguém entende por que o pote de sorvete light da Kibon tem morango? E mais ainda por que a parte do morango é a maior?! Fala sério, todo mundo já passou pela situação de pegar o pote lá no congelador de casa, abrir e tcharam! Só sobrou o morangão...
sexta-feira, 13 de março de 2009
Vou pra Onde?
Hoje coincidentemente eu tomei uma overdose de paisagens sensacionais. O ruim da história é que foram na tela do cinema e da TV, mas o bom é que me fizeram abrir ainda mais meus horizontes quando penso em viajar.
Quando eu era mais nova, eu viajava mais. Mas ligava menos. Olha que doido!? Mas é. Eu viajava pra ficar perto da galera, pra fazer o que não deve perto dos pais, pra brincar de liberdade. Mais velha, eu me importo bem mais em pra onde eu vou, onde eu estou, o que eu estou vendo. Assim como a injustiça de que quando vc é novo não tem grana pra gastar e quando é velho não tem pique pra curtir, quando eu era nova não tinha cabeça pra aproveitar o lugar e -velha não - mas mais madura digamos assim, não tenho tempo pra ir pra todos os lugares que eu gostaria. Nem dinheiro, isso ainda tá valendo no ditado aí acima.
De manhã, vi "Surf Adventures 2 - A Busca Continua". Não sou surfista e não entendo muito de surf. O máximo que eu fiz foi pegar uns parafinados na minha adolescência. Mas ainda assim curti o filme como se eu fosse rata de praia e de ondas desde criancinha. E o filme é mais do que visuais espetaculares. Ele também tem um clima gostoso de viagem, de conhecer personagens locais, de se divertir com o inesperado, com o inusitado, de conversar com gente nova e diferente, de ficar salgado o dia todo, levando vento na cara. Se dentro de uma sala de cinema às 10h da manhã, eu senti isso tudo, imagina lá. Gostei muito. Mesmo. Ele mistura um apuro técnico impecável na qualidade das imagens, ângulos, sequências... com um 'ar' descompromissado com conteúdo, roteiro e diálogos. É tudo meio de improviso. O que está ali é o que saiu, o que aconteceu, o que rolou. Tá, é um documentário. Mas o que eu quero dizer é que o clima do filme não é dirigido. É totalmente livre.
Liberdade é uma das sensações mais 'sensacionais' que existem. E, pelo menos pra mim, viajar é a forma mais simples e fácil de se sentir livre. Ainda que temporariamente. E daí? Não tem nada de falso nisso. É genuíno, é desejado, é aprovoitado ao máximo. Eu amo viajar. E dá para se sentir livre viajando sozinho, em conjunto, em grupo. Cada livre é um livre. Pode ser livre da rotina, livre do trabalho, livre da família (na adolescência só dava esse livre), livre da cidade, livre dos filhos, livre de todo mundo. Não importa. Qualquer liberdade vale à pena, se a viagem não for pequena. E, por favor, esse pequena de forma alguma tem a ver com período de tempo ou distância física e sim com como a nossa inteligência aproveita uma viagem.
Agora à noite estava assistindo ao "Vai pra Onde?", com o Bruno DeLuca. O local visitado foi Jefrey's Bay, na África do Sul. Mais surf na veia. Mais ondas e praias para os olhos. Babei pelo albergue de frente pro mar com direito a bar exclusivo.
Se eu não fosse tão preguiçosa, começava a aprender a surfar agora, só para ter um pretexto para viajar para lugares alucinantes. É isso. Fiquei com uma vontade incrível de fazer as malas e viajar com quem quiser cair na onda comigo. Viajar é preciso.
Quando eu era mais nova, eu viajava mais. Mas ligava menos. Olha que doido!? Mas é. Eu viajava pra ficar perto da galera, pra fazer o que não deve perto dos pais, pra brincar de liberdade. Mais velha, eu me importo bem mais em pra onde eu vou, onde eu estou, o que eu estou vendo. Assim como a injustiça de que quando vc é novo não tem grana pra gastar e quando é velho não tem pique pra curtir, quando eu era nova não tinha cabeça pra aproveitar o lugar e -velha não - mas mais madura digamos assim, não tenho tempo pra ir pra todos os lugares que eu gostaria. Nem dinheiro, isso ainda tá valendo no ditado aí acima.
De manhã, vi "Surf Adventures 2 - A Busca Continua". Não sou surfista e não entendo muito de surf. O máximo que eu fiz foi pegar uns parafinados na minha adolescência. Mas ainda assim curti o filme como se eu fosse rata de praia e de ondas desde criancinha. E o filme é mais do que visuais espetaculares. Ele também tem um clima gostoso de viagem, de conhecer personagens locais, de se divertir com o inesperado, com o inusitado, de conversar com gente nova e diferente, de ficar salgado o dia todo, levando vento na cara. Se dentro de uma sala de cinema às 10h da manhã, eu senti isso tudo, imagina lá. Gostei muito. Mesmo. Ele mistura um apuro técnico impecável na qualidade das imagens, ângulos, sequências... com um 'ar' descompromissado com conteúdo, roteiro e diálogos. É tudo meio de improviso. O que está ali é o que saiu, o que aconteceu, o que rolou. Tá, é um documentário. Mas o que eu quero dizer é que o clima do filme não é dirigido. É totalmente livre.
Liberdade é uma das sensações mais 'sensacionais' que existem. E, pelo menos pra mim, viajar é a forma mais simples e fácil de se sentir livre. Ainda que temporariamente. E daí? Não tem nada de falso nisso. É genuíno, é desejado, é aprovoitado ao máximo. Eu amo viajar. E dá para se sentir livre viajando sozinho, em conjunto, em grupo. Cada livre é um livre. Pode ser livre da rotina, livre do trabalho, livre da família (na adolescência só dava esse livre), livre da cidade, livre dos filhos, livre de todo mundo. Não importa. Qualquer liberdade vale à pena, se a viagem não for pequena. E, por favor, esse pequena de forma alguma tem a ver com período de tempo ou distância física e sim com como a nossa inteligência aproveita uma viagem.
Agora à noite estava assistindo ao "Vai pra Onde?", com o Bruno DeLuca. O local visitado foi Jefrey's Bay, na África do Sul. Mais surf na veia. Mais ondas e praias para os olhos. Babei pelo albergue de frente pro mar com direito a bar exclusivo.
Se eu não fosse tão preguiçosa, começava a aprender a surfar agora, só para ter um pretexto para viajar para lugares alucinantes. É isso. Fiquei com uma vontade incrível de fazer as malas e viajar com quem quiser cair na onda comigo. Viajar é preciso.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Alguma coisa está fora da ordem dentro da nova ordem mundial
Então, gente, sei o quanto estou em falta aqui... e isso me deixa arrasada. Não queria perder meus leitores diários conquistados com tanto carinho.
Mas, bem, pra vcs terem uma noção do quanto ando enloquecida, pilhada e totalmente sem tempo, hoje eu estava correndo aqui na Urca e falando ao celular ao mesmo tempo quando vi um guardinha. Instantâneamente, eu desliguei o telefone na cara da pessoa. Tenho falado tanto nesse aparelho dos infernos que achei que estava no carro quando vi a autoridade. Vê se pode?!
Mas tô nesse nível, de não saber mais onde eu estou, que dia é hoje, que horas são... Está tudo no automático. Triste. Estou passando por um daqueles momentos em que a gente diz que nunca vai passar e morre pela boca. Sempre defendi a qualidade de vida, um trabalho são e um mínimo de sanidade. Não estou tendo nenhuma dessas coisas. Estou vivendo a era do "Às vezes". Às vezes como, às vezes durmo, às vezes corro, às vezes transo, às vezes vejo meus pais. E os amigos... esses, coitados, vão sempre pro fim da fila. Já falei sobre isso aqui. Na lista do tempo, os amigos vêm em último lugar. Alguma coisa está fora da ordem dentro da nova ordem mundial.
só um ps: após semanas sem assistir a "Caminho das Índias", queria atentar para o fato de que o cabelo de Tony Ramos brilha. Na Índia atual, o gel está na moda.
boa noite e uma beijoca estalada pra quem ainda lembra de passar aqui.
Dri
Mas, bem, pra vcs terem uma noção do quanto ando enloquecida, pilhada e totalmente sem tempo, hoje eu estava correndo aqui na Urca e falando ao celular ao mesmo tempo quando vi um guardinha. Instantâneamente, eu desliguei o telefone na cara da pessoa. Tenho falado tanto nesse aparelho dos infernos que achei que estava no carro quando vi a autoridade. Vê se pode?!
Mas tô nesse nível, de não saber mais onde eu estou, que dia é hoje, que horas são... Está tudo no automático. Triste. Estou passando por um daqueles momentos em que a gente diz que nunca vai passar e morre pela boca. Sempre defendi a qualidade de vida, um trabalho são e um mínimo de sanidade. Não estou tendo nenhuma dessas coisas. Estou vivendo a era do "Às vezes". Às vezes como, às vezes durmo, às vezes corro, às vezes transo, às vezes vejo meus pais. E os amigos... esses, coitados, vão sempre pro fim da fila. Já falei sobre isso aqui. Na lista do tempo, os amigos vêm em último lugar. Alguma coisa está fora da ordem dentro da nova ordem mundial.
só um ps: após semanas sem assistir a "Caminho das Índias", queria atentar para o fato de que o cabelo de Tony Ramos brilha. Na Índia atual, o gel está na moda.
boa noite e uma beijoca estalada pra quem ainda lembra de passar aqui.
Dri
domingo, 8 de março de 2009
Loucos, no Mau Sentido
Vocês conhecem pessoas com quem é realmente impossível até conversar? Pessoas que não entendem o que você fala, você tenta explicar, ela entende uma terceira coisa, você desiste, ela não te deixa em paz.... e o negócio sai totalmente de controle. Você termina cansada, confusa, sem a menor pista de como tudo chegou até onde chegou. E tudo o que você quer é simplesmente se livrar desse ser humano. E mesmo assim VOCÊ NÃO CONSEGUE! Como? Não sei. Não dá pra saber. Ninguém sabe.
Você toma uma decisão. Ensaia uma atitude e na hora... sai tudo errado. Porque você também não entende nada do que o louco do mal tá falando e não quer dizer que não está entendendo para que ele não ache que você não entende nada do que ele diz e engate numa discussão absurda que só ele está interessado.
O negócio é tão surreal, tão desgastante, que você acaba parando para pensar se realmente o problema está com ele. Olha só! O louco faz você duvidar de você. Da sua sanidade mental! O louco é tão vampiro que deixa você deprimido. Achando que têm problemas que não existem. Esse louco é muito perigoso. Tome muito cuidado com ele.
E não tente entendê-lo! Esse é o pior erro ao lidar com o louco dos infernos. Aceite que não há explicação para tudo o que essa pessoa doida fala, pensa, grita e etc etc etc.
O melhor é simplesmente não se relacionar com um louco desses. Mas, caso ele surja na sua vida, respira. Conta até 10. Use todas as mandingas e simpatias que você conhece. Com um louco assim por perto, vale tudo.
E não prometa que nunca mais vai falar com ele. É pior. Porque aí ele aparece e você fica achando que a culpa é sua. Não é.
Você toma uma decisão. Ensaia uma atitude e na hora... sai tudo errado. Porque você também não entende nada do que o louco do mal tá falando e não quer dizer que não está entendendo para que ele não ache que você não entende nada do que ele diz e engate numa discussão absurda que só ele está interessado.
O negócio é tão surreal, tão desgastante, que você acaba parando para pensar se realmente o problema está com ele. Olha só! O louco faz você duvidar de você. Da sua sanidade mental! O louco é tão vampiro que deixa você deprimido. Achando que têm problemas que não existem. Esse louco é muito perigoso. Tome muito cuidado com ele.
E não tente entendê-lo! Esse é o pior erro ao lidar com o louco dos infernos. Aceite que não há explicação para tudo o que essa pessoa doida fala, pensa, grita e etc etc etc.
O melhor é simplesmente não se relacionar com um louco desses. Mas, caso ele surja na sua vida, respira. Conta até 10. Use todas as mandingas e simpatias que você conhece. Com um louco assim por perto, vale tudo.
E não prometa que nunca mais vai falar com ele. É pior. Porque aí ele aparece e você fica achando que a culpa é sua. Não é.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Sabático
Então, após um momento sabático (olha, nem sei direito o que significa sabático, consequentemente não sei se usei certo), voltei a me inspirar com fatos corriqueiros que acontecem durante um dia comum.
1º fato corriqueiro que gerou uma observação inútil: já repararam que o Trio (a barrinha de cereal) diminuiu escandalosamente de tamanho??? Pode ver. Está bem menor do que quando surgiu como uma novidade salvadora que permitia às mulheres, comer chocolate sem culpa.
2º fato corriqueiro não tão inútil, que merece análise: o povo da classe média também explora bebês, igualzinho àquelas pedintes do sinal que tentam amolecer nossos corações com uma criança de colo. Pois os mais abastados também se utilizam de suas crianças para levar vantagens em cima dos otários. Eles levam seus nenéns às lojas da Vivo. Assim pegam uma senha preferencial e passam na sua frente descaradamente. O que estou falando tem total fundamento. Em que outra ocasião as dondocas iriam preferir ir ao shopping numa segunda-feira à tarde carregando seus pimpolhos, sem babá?! É, o negócio é tão profissa que elas dispensam as moças uniformizadas. Enfim, eu pagaria por uma criança. Daria tudo para ter um bebê em mãos naquele momento. Meu olhar era de inveja. A crítica passou longe.
E, por fim, uma que ouvi hoje e fiquei impressionada: o menino novo que Madonna adotou, segundo Sean Penn seu ex-marido, chama-se Jesus Pinto da Luz. God! Esse pinto é ou não é da luz?! E olha que a Madonna nem acredita em Jesus, hein. A moça é da Cabala. Pensando bem, melhor assim. Seria um caso de incesto e tanto a Madonna comer o Jesus.
Por hoje é só. Infelizmente não tenho assistido a "Caminho das Índias" e nem "Big Brother". E não é por falta de vontade...
1º fato corriqueiro que gerou uma observação inútil: já repararam que o Trio (a barrinha de cereal) diminuiu escandalosamente de tamanho??? Pode ver. Está bem menor do que quando surgiu como uma novidade salvadora que permitia às mulheres, comer chocolate sem culpa.
2º fato corriqueiro não tão inútil, que merece análise: o povo da classe média também explora bebês, igualzinho àquelas pedintes do sinal que tentam amolecer nossos corações com uma criança de colo. Pois os mais abastados também se utilizam de suas crianças para levar vantagens em cima dos otários. Eles levam seus nenéns às lojas da Vivo. Assim pegam uma senha preferencial e passam na sua frente descaradamente. O que estou falando tem total fundamento. Em que outra ocasião as dondocas iriam preferir ir ao shopping numa segunda-feira à tarde carregando seus pimpolhos, sem babá?! É, o negócio é tão profissa que elas dispensam as moças uniformizadas. Enfim, eu pagaria por uma criança. Daria tudo para ter um bebê em mãos naquele momento. Meu olhar era de inveja. A crítica passou longe.
E, por fim, uma que ouvi hoje e fiquei impressionada: o menino novo que Madonna adotou, segundo Sean Penn seu ex-marido, chama-se Jesus Pinto da Luz. God! Esse pinto é ou não é da luz?! E olha que a Madonna nem acredita em Jesus, hein. A moça é da Cabala. Pensando bem, melhor assim. Seria um caso de incesto e tanto a Madonna comer o Jesus.
Por hoje é só. Infelizmente não tenho assistido a "Caminho das Índias" e nem "Big Brother". E não é por falta de vontade...
domingo, 1 de março de 2009
Serra da Canastra
Meu primeiro carnaval sem folia foi sensacional. Nos metemos de mascotes num grupo que tem brinquedo de gente grande, mas fomos super bem acolhidos. Não tenho palavras para descrever nossa viagem para a Serra da Canastra com o pessoal do Terra Extrema. Quero ser que nem eles quando eu crescer, mas nosso carrinho não fez feio.
A seguir algumas fotinhos! beijocas

A seguir algumas fotinhos! beijocas
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Da Série, nem Tudo o que eu Escrevo, acontece exatamente Comigo
- PQP! Você me persegue. A gente não se vê há séculos, nem sei o que está acontecendo na sua vida, nem um esbarrãozinho na rua. E lá vem você, de novo, pegar uma das minhas amigas.
- Como é que eu ia saber?
- Essa é a minha pergunta! Como é que você consegue ser tão certeiro? Milhões de mulheres no mundo e você cai sempre no colo de uma amiga minha! E essa não fui nem eu que te apresentei. Você teve a cara-de-pau de conhecer sozinho!
- Caralho, eu não sabia! Mas pqp! também. Você conhece todo mundo. Depois de ter alguma coisa com você, o cara tem que virar viado.
- Conheço todo mundo?! Eu sou antipática, mal humorada. As pessoas nem gostam muito de mim. E, inexplicavelmente, você consegue ir no alvo. Não é nem conhecida, você vai nas amigas mesmo. Eu devo ter só umas seis amigas de verdade. E você já pegou quatro!
- Quem são as outras duas?
Homens... Bom, para terminar, alguém já se deu conta de que o pica-pau tem duas palavras que servem para nos referirmos a piru no nome?! O passarinho deve ser sinistro...
- Como é que eu ia saber?
- Essa é a minha pergunta! Como é que você consegue ser tão certeiro? Milhões de mulheres no mundo e você cai sempre no colo de uma amiga minha! E essa não fui nem eu que te apresentei. Você teve a cara-de-pau de conhecer sozinho!
- Caralho, eu não sabia! Mas pqp! também. Você conhece todo mundo. Depois de ter alguma coisa com você, o cara tem que virar viado.
- Conheço todo mundo?! Eu sou antipática, mal humorada. As pessoas nem gostam muito de mim. E, inexplicavelmente, você consegue ir no alvo. Não é nem conhecida, você vai nas amigas mesmo. Eu devo ter só umas seis amigas de verdade. E você já pegou quatro!
- Quem são as outras duas?
Homens... Bom, para terminar, alguém já se deu conta de que o pica-pau tem duas palavras que servem para nos referirmos a piru no nome?! O passarinho deve ser sinistro...
O Cara do Gás
Tudo começou quando vi escrito num bueiro desses comuns de rua a palavra: GAZ. Parei e duvidei do meu bom português. Na falta de uma máquina fotográfica para depois enviar a imagem para a coluna do Ancelmo Gois, me demorei um pouco em cima do local analisando as possibilidades. Imaginei que, assim como nós que acabamos de passar por uma reforma ortográfica, na época em que a companhia de gás (ou gaz) confeccionou aquelas tampas de bueiro era assim que se escrevia gás. Pensei em depois pesquisar melhor em casa ou lembrar de perguntar a alguém possivelmente mais culto que eu para desvendar o mistério, mas esqueci de fazer as duas coisas. Poderia fazer agora, mas deixou de ser importante e estou com preguiça. Até porque o assunto não será em cima disso.
É que mais tarde, no mesmo dia, meu aquecedor deu problema de novo. E tive que chamar o cara do gás. Quando ele chegou, me disse que tinha que trocar a rebimboca da parafuseta. Como eu disse, não sou muito culta e aí, tive que pedir ajuda aos universitários, no caso meu marido. Na verdade, queria a autorização dele para mandar o cara trocar e não levar espôrro porque fui otária depois.
- O cara do gás está aqui e disse que blá blá blá...
Bom, ele deixou. O cara trocou. E na hora de ir embora, eu perguntei o nome do sujeito para agradecer.
- Brigada, (...) Como é o seu nome?
- Não importa. Eu sou só o cara do gás.
E foi embora.
PQP! Que porra foi isso? O cara tentou me dar alguma lição de moral?!
A merda é que eu fiquei com isso na cabeça por dias e dias. Tanto que estou aqui escrevendo sobre o acontecido. Fiquei tão sem reação na hora... Mas queria correr atrás dele para saber se ele estava realmente magoado, se ele falou aquilo porque é chamado de o cara do gás sempre e, enfim, para falar para ele deixar de ser viado! Que porra de atitude de mocinha! Ficar magoadinho porque ele é visto apenas como o cara do gás. Ele é assim para mim, para o fulano do 301, para a D. sei lá das quantas e etc. Para a mulher dele, os caras da pelada e até para os outros caras do gás ele deve ser alguém, carambolas! Queria explicar para ele que eu também não passo daquela menina que escreve para um montão de gente por aí. E não tô nem aí. Paga as minhas contas.
Bom, quis só fazer uma análise sobre essa ânsia de sermos reconhecidos e valorizados nesse mundo cada vez mais certinho, verde e burocrático. Um mundo em que o 1º presidente negro foi eleito nos EUA, que um metalúrgico chegou ao poder no Brasil, que ninguém mais usa pele de bicho como roupa e economiza água. Palmas. Mas, pessoal, menos. Por favor, menos.
É que mais tarde, no mesmo dia, meu aquecedor deu problema de novo. E tive que chamar o cara do gás. Quando ele chegou, me disse que tinha que trocar a rebimboca da parafuseta. Como eu disse, não sou muito culta e aí, tive que pedir ajuda aos universitários, no caso meu marido. Na verdade, queria a autorização dele para mandar o cara trocar e não levar espôrro porque fui otária depois.
- O cara do gás está aqui e disse que blá blá blá...
Bom, ele deixou. O cara trocou. E na hora de ir embora, eu perguntei o nome do sujeito para agradecer.
- Brigada, (...) Como é o seu nome?
- Não importa. Eu sou só o cara do gás.
E foi embora.
PQP! Que porra foi isso? O cara tentou me dar alguma lição de moral?!
A merda é que eu fiquei com isso na cabeça por dias e dias. Tanto que estou aqui escrevendo sobre o acontecido. Fiquei tão sem reação na hora... Mas queria correr atrás dele para saber se ele estava realmente magoado, se ele falou aquilo porque é chamado de o cara do gás sempre e, enfim, para falar para ele deixar de ser viado! Que porra de atitude de mocinha! Ficar magoadinho porque ele é visto apenas como o cara do gás. Ele é assim para mim, para o fulano do 301, para a D. sei lá das quantas e etc. Para a mulher dele, os caras da pelada e até para os outros caras do gás ele deve ser alguém, carambolas! Queria explicar para ele que eu também não passo daquela menina que escreve para um montão de gente por aí. E não tô nem aí. Paga as minhas contas.
Bom, quis só fazer uma análise sobre essa ânsia de sermos reconhecidos e valorizados nesse mundo cada vez mais certinho, verde e burocrático. Um mundo em que o 1º presidente negro foi eleito nos EUA, que um metalúrgico chegou ao poder no Brasil, que ninguém mais usa pele de bicho como roupa e economiza água. Palmas. Mas, pessoal, menos. Por favor, menos.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
u hu!! um plus no domingão
Lêêêê, Lêlê ôh Lêê ôh Lêlê ôh, NENSE!
Nunca tinha ouvido falar no Tigres até uma matéria numa Revista de Domingo recente. Fiquei até com um certo receio dos felinos. Achei a estrutura meio paulista, o negócio muito organizado e tal... mas sabia que essa história de religião (eles são crentes fanáticos) não daria certo. 4 x 0 neles!
E por uma conta louca que até agora eu não entendi e que envolvia saldo de gols, julgamento e resultados de Duque de Caxias e Americano, nós que não tínhamos quase chance, agora estamos garantidos na semifinal da Taça Guanabara! Que venha o Flamengo ou o Botafogo! Melhor o Flamengo...
Com gol do Thiago Neves aos 47 do 2º tempo. E o Fred ainda nem chegou, hein! u hu!!
Nunca tinha ouvido falar no Tigres até uma matéria numa Revista de Domingo recente. Fiquei até com um certo receio dos felinos. Achei a estrutura meio paulista, o negócio muito organizado e tal... mas sabia que essa história de religião (eles são crentes fanáticos) não daria certo. 4 x 0 neles!
E por uma conta louca que até agora eu não entendi e que envolvia saldo de gols, julgamento e resultados de Duque de Caxias e Americano, nós que não tínhamos quase chance, agora estamos garantidos na semifinal da Taça Guanabara! Que venha o Flamengo ou o Botafogo! Melhor o Flamengo...
Com gol do Thiago Neves aos 47 do 2º tempo. E o Fred ainda nem chegou, hein! u hu!!
Big Bosta Brasil
Minha inspiração continua por aí em algum lugar que eu não acho. Sabe aquele recibo da academia que você guardou numa gaveta específica, justamente porque era importante e sabia que iria precisar um dia? Pois é, o dia chega e cadê que você lembra que gaveta foi essa...
Mas, quando menos se espera, o tesouro aparece. O segredo é não ficar procurando desesperadamente. A mesma ansiedade que faz mal para quem clama por um namorado e não acha ou para quem quer engravidar e não consegue, faz mal nesses casos também.
So, enquanto meu talento está enfiado num buraco qualquer, indico o talento dos outros. Cheguei lá por uma dica de um amigo querido e recomendo para todo mundo que curte pelo menos um pouquinho o melhor programa de verão da TV. Sim, o BBB.
Entrem no: http://bigbostabrasil.virgula.com.br
Mas, quando menos se espera, o tesouro aparece. O segredo é não ficar procurando desesperadamente. A mesma ansiedade que faz mal para quem clama por um namorado e não acha ou para quem quer engravidar e não consegue, faz mal nesses casos também.
So, enquanto meu talento está enfiado num buraco qualquer, indico o talento dos outros. Cheguei lá por uma dica de um amigo querido e recomendo para todo mundo que curte pelo menos um pouquinho o melhor programa de verão da TV. Sim, o BBB.
Entrem no: http://bigbostabrasil.virgula.com.br
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Flusão
Fluminense sendo Fluminense... sempre resolvendo as coisas não só aos 45 do segundo tempo, mas aos 45 do fim do turno. Thiago Neves já está mostrando a que veio. De novo. E será que teremos Fred por aí? Tô na torcida.
Flu 2 x 1 no Americano. Minha boa notícia do dia.
tô meio sem inspiração, povo. Mas já já, tô de volta.
Flu 2 x 1 no Americano. Minha boa notícia do dia.
tô meio sem inspiração, povo. Mas já já, tô de volta.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Tony Ramos
Não, inacreditavelmente, não falarei dos pêlos de Tony Ramos. Não coloquei o título para servir de trocadilho antes de falar de algum peludo. Falarei do tio Tony mesmo. E da sua... ia falar admirável, mas pensei duas vezes. Da sua incrível – bem melhor – habilidade para fazer sotaques e dancinhas estranhas.
Vou culminar em Caminho das Índias e numa cena em que este consagrado ator passa exatos 30 segundos – sim, eu contei – requebrando o esqueleto ao som de mais um tema indiano da nova novela de Glória Perez.
Mas antes, me lembrei que Tony já foi Nikos em “Belíssima”. E lá, ele dançava e falava estranho também. Ao dar uma olhada no jornal, me toco de que ele está em cartaz nos cinemas na pele de Glória Pires em “Se Eu fosse Você 2”, o último estrondoso sucesso das bilheterias nacionais. E, pasmem!, lá também dá suas dançadas e fala um pouco afetado.
Aí, tive a idéia de juntar várias coreografias e sotaques de Tony Ramos e fazer um daqueles videozinhos montagem para colocar no Youtube. Mas, rapidamente, fui vencida pela minha preguiça e falta de capacidade e talento para a edição. Por isso, quem quiser roubar a idéia, vai na fé. Nem precisa me dar créditos, até porque há grandes chances da realização ficar aquém das expectativas.
Bom, a tal cena de Caminho das Índias mostrava a família de Tony reunida na sala conversando e comemorando que o filho Raja, Raji, algo assim, se decidiu por eles e não pela brasileira imunda. Corta para a cozinha e alguém faz um chá. De volta para a sala e a essa altura todos já estão dançando ao som da Índia: Tony, destaque para os movimentos de pulso de Caio Blat, aquele ator já meio velho, careca e com cara de bêbado e pobre coitado que eu esqueci o nome, mas na novela chama Tcha Tcha, e a menina que já foi a filha mulata e preconceituosa (?) do Paulo Cesar Grande naquela novela que a Elisa Lucinda, a única atriz negra de olho verde da Globo, era médica. Se não me engano, era uma novela do Manuel Carlos. Bom, esse grupo do barulho aí dançou que se acabou.
Ainda em Caminhos nas Índias - o assunto não se esgota nunca... - Tony não quer se separar de seu livro caixa. Onde já se viu um comerciante controlar as coisas pelo computador? (discussão super atual...) Já a mulher do Jairzinho, a brasileira imunda, pagou passagem de ida e volta para a Índia só para acabar de falar tudo o que ela quer para o tal do Raji ou Raja. Isso porque ela está morando de favor na casa da sequelada da Vera Fisher...
Fala do núcleo da família da Juliana Paes:
- Eles vão querer muito mais do que as jóias, a fazenda e os saris. Eles vão querer duas vacas!
Esse é o modo que Glória Perez escolheu de mostrar que na Índia a vaca é sagrada. Foi dado o recado.
Antes de terminar, uma errata: não foram 20 tentativas de matar Hitler e sim, 15. Bom, eles continuam incompetentes...
E, por último, uma daquelas coisas que só acontecem comigo:
Tem uma mulher que vem na minha casa uma vez por semana fazer acupuntura na minha cachorra. Sim, ela é chique e tal... mas o foco não é esse. Bem, hoje ela chega, mete a cabecinha no quarto onde eu estava almoçando e manda:
- Adriana, eu vou tomar um bainho, tá?
Hã? É, a minha reação foi igualzinha a de vocês. Antes que eu respondesse – ainda que eu não fizesse idéia do que seria – ela pegou o rumo do banheiro, não qualquer banheiro, o meu banheiro, e meteu bronca no banho. Depois ela me explicou que estava na praia. É bizarro ou não é?!
Té mais, pessoal.
Vou culminar em Caminho das Índias e numa cena em que este consagrado ator passa exatos 30 segundos – sim, eu contei – requebrando o esqueleto ao som de mais um tema indiano da nova novela de Glória Perez.
Mas antes, me lembrei que Tony já foi Nikos em “Belíssima”. E lá, ele dançava e falava estranho também. Ao dar uma olhada no jornal, me toco de que ele está em cartaz nos cinemas na pele de Glória Pires em “Se Eu fosse Você 2”, o último estrondoso sucesso das bilheterias nacionais. E, pasmem!, lá também dá suas dançadas e fala um pouco afetado.
Aí, tive a idéia de juntar várias coreografias e sotaques de Tony Ramos e fazer um daqueles videozinhos montagem para colocar no Youtube. Mas, rapidamente, fui vencida pela minha preguiça e falta de capacidade e talento para a edição. Por isso, quem quiser roubar a idéia, vai na fé. Nem precisa me dar créditos, até porque há grandes chances da realização ficar aquém das expectativas.
Bom, a tal cena de Caminho das Índias mostrava a família de Tony reunida na sala conversando e comemorando que o filho Raja, Raji, algo assim, se decidiu por eles e não pela brasileira imunda. Corta para a cozinha e alguém faz um chá. De volta para a sala e a essa altura todos já estão dançando ao som da Índia: Tony, destaque para os movimentos de pulso de Caio Blat, aquele ator já meio velho, careca e com cara de bêbado e pobre coitado que eu esqueci o nome, mas na novela chama Tcha Tcha, e a menina que já foi a filha mulata e preconceituosa (?) do Paulo Cesar Grande naquela novela que a Elisa Lucinda, a única atriz negra de olho verde da Globo, era médica. Se não me engano, era uma novela do Manuel Carlos. Bom, esse grupo do barulho aí dançou que se acabou.
Ainda em Caminhos nas Índias - o assunto não se esgota nunca... - Tony não quer se separar de seu livro caixa. Onde já se viu um comerciante controlar as coisas pelo computador? (discussão super atual...) Já a mulher do Jairzinho, a brasileira imunda, pagou passagem de ida e volta para a Índia só para acabar de falar tudo o que ela quer para o tal do Raji ou Raja. Isso porque ela está morando de favor na casa da sequelada da Vera Fisher...
Fala do núcleo da família da Juliana Paes:
- Eles vão querer muito mais do que as jóias, a fazenda e os saris. Eles vão querer duas vacas!
Esse é o modo que Glória Perez escolheu de mostrar que na Índia a vaca é sagrada. Foi dado o recado.
Antes de terminar, uma errata: não foram 20 tentativas de matar Hitler e sim, 15. Bom, eles continuam incompetentes...
E, por último, uma daquelas coisas que só acontecem comigo:
Tem uma mulher que vem na minha casa uma vez por semana fazer acupuntura na minha cachorra. Sim, ela é chique e tal... mas o foco não é esse. Bem, hoje ela chega, mete a cabecinha no quarto onde eu estava almoçando e manda:
- Adriana, eu vou tomar um bainho, tá?
Hã? É, a minha reação foi igualzinha a de vocês. Antes que eu respondesse – ainda que eu não fizesse idéia do que seria – ela pegou o rumo do banheiro, não qualquer banheiro, o meu banheiro, e meteu bronca no banho. Depois ela me explicou que estava na praia. É bizarro ou não é?!
Té mais, pessoal.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Não Falo com Estranhos
Melhor cena do fim de semana:
ambiente - entorno da Sorveteria Brasil, debaixo do bondinho.
protagonistas - Paulette e guri desconhecido.
coadjuvantes (sem direito à fala, a lá Rodrigo Santoro em "As Panteras Detonando") - Eu, ELE e o ELE da Paulette.
ação - criança pentelha chorando e reclamando que a mãe mala não deixava ele comer chiclete.
entrada da Paulette (com fala! e em um momento fofo de ser) - Oh, bonitinho, por que você tá chorando?
sequência - criança olha desconfiada, dá um passo para o lado e solta: - Eu não falo com estranhos.
explosão da platéia - gargalhadas gerais.
E só um espacinho também para uma rápida conversa entre os mesmos personagens na mesa do almoço, antes do sorvete:
ELE: - era um paradoxo. Peito caído e pequeno. Bunda caída e pequena.
EU: - idiota, você sabe o que é paradoxo? ou o peito ou a bunda tinham que ser em pé ou grandes!
ELE: - Não, o meu paradoxo encaixa no peito e na bunda. caído e pequeno é sacanagem. ou caído ou pequeno, caralho!
explosão da platéia - gargalhadas gerais.
amo muito meus amigos.
boa noite!
ambiente - entorno da Sorveteria Brasil, debaixo do bondinho.
protagonistas - Paulette e guri desconhecido.
coadjuvantes (sem direito à fala, a lá Rodrigo Santoro em "As Panteras Detonando") - Eu, ELE e o ELE da Paulette.
ação - criança pentelha chorando e reclamando que a mãe mala não deixava ele comer chiclete.
entrada da Paulette (com fala! e em um momento fofo de ser) - Oh, bonitinho, por que você tá chorando?
sequência - criança olha desconfiada, dá um passo para o lado e solta: - Eu não falo com estranhos.
explosão da platéia - gargalhadas gerais.
E só um espacinho também para uma rápida conversa entre os mesmos personagens na mesa do almoço, antes do sorvete:
ELE: - era um paradoxo. Peito caído e pequeno. Bunda caída e pequena.
EU: - idiota, você sabe o que é paradoxo? ou o peito ou a bunda tinham que ser em pé ou grandes!
ELE: - Não, o meu paradoxo encaixa no peito e na bunda. caído e pequeno é sacanagem. ou caído ou pequeno, caralho!
explosão da platéia - gargalhadas gerais.
amo muito meus amigos.
boa noite!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
O Dia D
O dia de nada, melhor dizendo... Explicando: sempre sonhei com o dia em que eu selecionaria meu próprio estagiário. Nada mais justo que meus três a quatro anos de vassala fossem recompensados no futuro com uma boa e velha entrevista em que eu decidiria se aquele sujeito acuado ali servia ou não servia.
Pois bem, acontece que eu sou tão preguiçosa, mas tão preguiçosa que quando me surgiu a possibilidade de enfim contratar a mão de obra barata, chamei quem? Minha prima. Isso mesmo, um bom e belo pistolão, com entrevista dispensada. Vê se pode? Sou uma negação. Bem ao estilo dos alemães esclarecidos que nem para matar Hitler tiveram competência. O Dia D é uma alusão a mim e a eles.
Mas já falei sobre pistolão aqui e a verdade é que eu sou uma defensora ferrenha dessa prática. E não entendo como a maioria das pessoas também é em vários outros campos da vida, mas quando diz respeito a trabalho, a coisa ganha uma aura de sagrada. Só nessa área, o sujeito deveria vencer por seu devido valor.
Sim, porque vê se alguém vai contratar uma babá pra tomar conta do filhinho se a moçoila não tiver referência?! Du-vi-do. Pode ser a agência de babás com mais prêmios do mundo, que se a sua amiga do trabalho indicar uma outra que trabalhou anos na casa da mãe dela, é com essa que você vai ficar.
Mesma coisa quando se trata de oferecer o corpinho. Tudo bem que tem uma galera aí que dá para qualquer um, mas que fica com a pulga atrás da orelha, fica. Muito mais tranqüilizador quando o fulano é, pelo menos, amigo do amigo. Como se por conhecer alguém que você conhece, a pessoa fica automaticamente livre de doenças venérias. Não fica, mas para o inconsciente faz um bem danado.
Viagem de férias. A gente procura o quê? A indicação da pousada que o ciclano já foi. Ou ainda há alguém que cai no golpe das belas fotos na página do moquifo na internet?
Até para cagar, a gente só senta sem neura no banheiro de um conhecido.
Ou seja, o pistolão está aí. Faz parte do cotidiano de qualquer mortal. Vamos deixar de ser hipócritas e assumi-lo também no mundo trabalhístico. Faça como eu e seja coerente.
Pois bem, acontece que eu sou tão preguiçosa, mas tão preguiçosa que quando me surgiu a possibilidade de enfim contratar a mão de obra barata, chamei quem? Minha prima. Isso mesmo, um bom e belo pistolão, com entrevista dispensada. Vê se pode? Sou uma negação. Bem ao estilo dos alemães esclarecidos que nem para matar Hitler tiveram competência. O Dia D é uma alusão a mim e a eles.
Mas já falei sobre pistolão aqui e a verdade é que eu sou uma defensora ferrenha dessa prática. E não entendo como a maioria das pessoas também é em vários outros campos da vida, mas quando diz respeito a trabalho, a coisa ganha uma aura de sagrada. Só nessa área, o sujeito deveria vencer por seu devido valor.
Sim, porque vê se alguém vai contratar uma babá pra tomar conta do filhinho se a moçoila não tiver referência?! Du-vi-do. Pode ser a agência de babás com mais prêmios do mundo, que se a sua amiga do trabalho indicar uma outra que trabalhou anos na casa da mãe dela, é com essa que você vai ficar.
Mesma coisa quando se trata de oferecer o corpinho. Tudo bem que tem uma galera aí que dá para qualquer um, mas que fica com a pulga atrás da orelha, fica. Muito mais tranqüilizador quando o fulano é, pelo menos, amigo do amigo. Como se por conhecer alguém que você conhece, a pessoa fica automaticamente livre de doenças venérias. Não fica, mas para o inconsciente faz um bem danado.
Viagem de férias. A gente procura o quê? A indicação da pousada que o ciclano já foi. Ou ainda há alguém que cai no golpe das belas fotos na página do moquifo na internet?
Até para cagar, a gente só senta sem neura no banheiro de um conhecido.
Ou seja, o pistolão está aí. Faz parte do cotidiano de qualquer mortal. Vamos deixar de ser hipócritas e assumi-lo também no mundo trabalhístico. Faça como eu e seja coerente.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Mais uma Colaboração da Paulette
'Nunca segure seus puns. Eles sobem pela sua espinha, entram no seu cérebro e aí surgem as idéias de merda'.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Tom na minha Praia
Antes de mais nada, uma observação: há algum participante do Big Brother que não seja 'totalmente transparente'? Muda o disco, galera! (muda o disco é velho, hein...)
A Índia me irrita cada vez mais. Outro dia uma chamada na capa do Globo dizia: "Urbanização afeta castas na Ìndia. Os dalits, antigos intocáveis, estão conquistando a ascensão social blá blá blá". Foda-se! (olha o processo...)
E, agora, umas palavras sobre o filme que o astro Tom Cruise veio divulgar aqui no Rio: "Operação Vaiquíria". Primeiro, uma observação de que o moço chegou e veio direto conhecer a minha região, a, outrora calma, Urca. Após IED, capa de Revista de Domingo, capa do Morar Bem e tal, o negócio aqui está meio agitado. Para o mal. Mas Tom trouxe Kate e Suri para a minha praia. E deixou lá seus pés na faixada de areia.
Mas, o filme. Bom, no início tem um treco bizarro: começamos ouvindo a voz de Tom em narração. O moço fala em alemão. Até que de repente, não mais que de repente, pluft! Ele abre a boca e metralha um monte de palavras em inglês. E assim vai até o fim da história. Para quem não achou nada demais, Cruise interpreta um general - ou qualquer outra patente do gênero - alemão! Um dissidente, digamos assim. Ele também era contra Hitler. Oh! Vai ver que está aí o link com o inglês. Uma sacada do diretor, o mesmo de "Super Man" e "X-Men 2". Agora ele dirige o Super Cruise!
Outro ponto que me chamou a atenção é que Tom plagiou Selton Mello. Ele passa o filme todo com um olho de vidro na mão.
Algumas cenas em close que davam um comercial de Doriana e a minha constatação de que a coisa toda parece um clipão de um filme que na verdade tem 10 horas. Colocaram só os melhores momentos ali. É tudo vapt vupt. Pá pum. Um filme sem barriga, como "A Favorita".
E, por fim, uma confissão amarga e real: eu nunca tinha ouvido falar nessa tal Operação Valquíria. Sim, o longa é baseado em fatos reais. Nunca, nunquinha, tive conhecimento de que os próprios militares alemães tentaram assassinar Hitler. Agora, vem cá, no fim, descubro que foram vinte tentaivas. Vinte! Não é por nada não, mas ôh povo incompetente, né não? Após um mês do último atentado, a tal Valquíria aí, o führer se suicidou. Francamente...
A Índia me irrita cada vez mais. Outro dia uma chamada na capa do Globo dizia: "Urbanização afeta castas na Ìndia. Os dalits, antigos intocáveis, estão conquistando a ascensão social blá blá blá". Foda-se! (olha o processo...)
E, agora, umas palavras sobre o filme que o astro Tom Cruise veio divulgar aqui no Rio: "Operação Vaiquíria". Primeiro, uma observação de que o moço chegou e veio direto conhecer a minha região, a, outrora calma, Urca. Após IED, capa de Revista de Domingo, capa do Morar Bem e tal, o negócio aqui está meio agitado. Para o mal. Mas Tom trouxe Kate e Suri para a minha praia. E deixou lá seus pés na faixada de areia.
Mas, o filme. Bom, no início tem um treco bizarro: começamos ouvindo a voz de Tom em narração. O moço fala em alemão. Até que de repente, não mais que de repente, pluft! Ele abre a boca e metralha um monte de palavras em inglês. E assim vai até o fim da história. Para quem não achou nada demais, Cruise interpreta um general - ou qualquer outra patente do gênero - alemão! Um dissidente, digamos assim. Ele também era contra Hitler. Oh! Vai ver que está aí o link com o inglês. Uma sacada do diretor, o mesmo de "Super Man" e "X-Men 2". Agora ele dirige o Super Cruise!
Outro ponto que me chamou a atenção é que Tom plagiou Selton Mello. Ele passa o filme todo com um olho de vidro na mão.
Algumas cenas em close que davam um comercial de Doriana e a minha constatação de que a coisa toda parece um clipão de um filme que na verdade tem 10 horas. Colocaram só os melhores momentos ali. É tudo vapt vupt. Pá pum. Um filme sem barriga, como "A Favorita".
E, por fim, uma confissão amarga e real: eu nunca tinha ouvido falar nessa tal Operação Valquíria. Sim, o longa é baseado em fatos reais. Nunca, nunquinha, tive conhecimento de que os próprios militares alemães tentaram assassinar Hitler. Agora, vem cá, no fim, descubro que foram vinte tentaivas. Vinte! Não é por nada não, mas ôh povo incompetente, né não? Após um mês do último atentado, a tal Valquíria aí, o führer se suicidou. Francamente...
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Tostines vende mais por que é fresquinho ou é fresquinho por que vende mais?
Ai, ai... ainda não descobri se essa nova fórmula de não me obrigar mais a escrever todo dia foi um bom negócio. É que tenho sido muito mais exigente comigo mesma. Tipo: 'já que não é preciso deixar um treco lá todo dia, que deixe algo interessante quando for escrever'. Mas aí, quase nunca acho que vou conseguir cuspir algo que realmente valha à pena. E assim, vou deixando meio de lado. Antes, a pressão do negócio acabava fazendo sair algo bom de tempos em tempos. Enfim, Tostines é fresquinho por que vende mais ou vende mais por que é fresquinho?
Falando nisso, comi Cheetos e Fandangos outro dia! Nem me lembrava a última vez que isso havia acontecido. Acho que deve ter sido numa das últimas festa americanas da época de colégio. Um parênteses: de onde as empresas de biscoito tiravam ou tiram esses nomes? Convenhamos que Cheetos e Fandangos não é de cara sonoramente mercadológico. Queria conhecer melhor o departamento de pesquisa e criação das grandes indústrias alimentícias. Deve ser um trabalho interessante. E, no fundo, totalmente aleatório.
Outro cargo que eu adoraria ter é o daqueles homens e mulheres que ficam nos consulados 'entrevistando' quem é candidato a um visto para determinado país. Eles olham para a cara do sujeito ou sujeita, fazem ou não umas perguntas lá nem sempre com pé e cabeça e tcharam! a seu bel prazer dão o veredicto: você sim, você não. Não deve ser divertido? Ah, deve. Pelo menos, para mim que fui lá ontem e ganhei um sim, deve. Com um sonoro sim eu tenho bom humor de sobra para rir dos que levaram não. (assim sou, para quem ainda não está familiarizado. E já passei da fase de tentar esconder meu verdadeiro eu...)
Por último, um episódio que deixou até a mim, essa pessoa má que vos escreve, horrorizada. Entrei num táxi e lá pelas tantas, seguindo a premissa de que todo taxista é carente e necessita conversar, o motorista começa a abrir o coração:
- É muito burra!
(fiquei em silêncio)
- Ignorância é uma merda, não é Sta.?
(o sta. me agradou e resolvi responder) - Pois é.
- É essa mulher que eu tenho. É burra feito a porta.
- Quê isso! O Sr. está falando da sua mulher?
- Não. Não a minha esposa. Uma amante aí que eu tenho.
- Ah...
- Já é o quarto celular que eu dou e ela perde.
- E por que o Sr. continua dando?
- Porque ela me ameaça. Diz que se eu não der o que ela pede, vai colocar a boca no trombone.
- hum...
- É que ela tá sempre bêbada. O filho só dá problema. Está assaltando agora.
(silêncio)
- E, ainda por cima é analfabeta. Não lê nadinha. Vê se pode eu preso a uma ignorante, analfabeta e de filho ladrão...
- Que coisa...
E, enfim, cheguei a meu destino. Não sei se o que mais me deixou impressionada foi a tristeza da realidade brasileira em si ou se a frieza do taxista. Os dois, claro. Mas acho que a frieza do camarada amarelinho me incomodou um pouco mais. Meu chope desceu diferente aquela noite.
Falando nisso, comi Cheetos e Fandangos outro dia! Nem me lembrava a última vez que isso havia acontecido. Acho que deve ter sido numa das últimas festa americanas da época de colégio. Um parênteses: de onde as empresas de biscoito tiravam ou tiram esses nomes? Convenhamos que Cheetos e Fandangos não é de cara sonoramente mercadológico. Queria conhecer melhor o departamento de pesquisa e criação das grandes indústrias alimentícias. Deve ser um trabalho interessante. E, no fundo, totalmente aleatório.
Outro cargo que eu adoraria ter é o daqueles homens e mulheres que ficam nos consulados 'entrevistando' quem é candidato a um visto para determinado país. Eles olham para a cara do sujeito ou sujeita, fazem ou não umas perguntas lá nem sempre com pé e cabeça e tcharam! a seu bel prazer dão o veredicto: você sim, você não. Não deve ser divertido? Ah, deve. Pelo menos, para mim que fui lá ontem e ganhei um sim, deve. Com um sonoro sim eu tenho bom humor de sobra para rir dos que levaram não. (assim sou, para quem ainda não está familiarizado. E já passei da fase de tentar esconder meu verdadeiro eu...)
Por último, um episódio que deixou até a mim, essa pessoa má que vos escreve, horrorizada. Entrei num táxi e lá pelas tantas, seguindo a premissa de que todo taxista é carente e necessita conversar, o motorista começa a abrir o coração:
- É muito burra!
(fiquei em silêncio)
- Ignorância é uma merda, não é Sta.?
(o sta. me agradou e resolvi responder) - Pois é.
- É essa mulher que eu tenho. É burra feito a porta.
- Quê isso! O Sr. está falando da sua mulher?
- Não. Não a minha esposa. Uma amante aí que eu tenho.
- Ah...
- Já é o quarto celular que eu dou e ela perde.
- E por que o Sr. continua dando?
- Porque ela me ameaça. Diz que se eu não der o que ela pede, vai colocar a boca no trombone.
- hum...
- É que ela tá sempre bêbada. O filho só dá problema. Está assaltando agora.
(silêncio)
- E, ainda por cima é analfabeta. Não lê nadinha. Vê se pode eu preso a uma ignorante, analfabeta e de filho ladrão...
- Que coisa...
E, enfim, cheguei a meu destino. Não sei se o que mais me deixou impressionada foi a tristeza da realidade brasileira em si ou se a frieza do taxista. Os dois, claro. Mas acho que a frieza do camarada amarelinho me incomodou um pouco mais. Meu chope desceu diferente aquela noite.
Assinar:
Postagens (Atom)



